Os dados de sinistralidade veicular no Brasil revelam um cenário que exige atenção constante de motoristas e proprietários de veículos. Informações consolidadas do setor indicam que, em âmbito nacional, entre 40% e 60% dos prêmios arrecadados no segmento automotivo são destinados ao pagamento de sinistros, evidenciando a alta frequência de ocorrências como colisões, furtos, roubos e perdas totais.
Levantamentos de órgãos públicos e entidades ligadas à segurança viária mostram que o país registra centenas de milhares de acidentes de trânsito todos os anos, muitos deles com vítimas e prejuízos materiais significativos. O crescimento contínuo da frota de veículos, especialmente motocicletas, aliado ao aumento do fluxo urbano e rodoviário, contribui para a manutenção de índices elevados de acidentes em diversas regiões brasileiras.
Em Parauapebas, o cenário chama ainda mais atenção. Dados da Master Brasil Proteção Veicular, maior associação do segmento no estado do Pará e cadastrada na SUSEP, apontam que em 2025 a taxa de sinistralidade registrada foi de 11,9%. Na prática, isso significa que, a cada 100 associados, cerca de 12 estiveram envolvidos em algum tipo de acidente automobilístico ao longo do ano, um índice quatro vezes superior à média nacional, estimada em aproximadamente 3,0%.
Especialistas destacam que os impactos de um sinistro vão além dos danos ao veículo. Custos inesperados, paralisação do meio de transporte e prejuízos à rotina pessoal e profissional do condutor são consequências frequentes. Diante desse cenário, a proteção veicular tem se consolidado como uma importante ferramenta de planejamento e prevenção financeira, especialmente em regiões com elevados índices de acidentes.
Fonte: Master Brasil Clube de Benefícios
https://masterbrasil.org.br/indices-nacionais-de-sinistralidade-reforcam-a-importancia-da-protecao-veicular-no-brasil/